Nas asas do vento
Neste dia de chuva e vento
Deixei ir o meu pensamento
Em romagem de saudade…
Voltou com um saco de lembranças
Onde havia risos de crianças
E recordações da mocidade.
Abri meu saco com jeito
E depois contra meu peito
(Esquecendo o meu destino)
Acalentei as quimeras
Doutros tempos, doutras eras
Sonhando qu’ era menino!
3 comentários:
Vá lá, são para o vulgareco mas ao menos rimam.
Diz-me lá, ó meu, tu és preto?
Estás a fazer progressos... já sabes distinguir a prosa da poesia!
Se sou preto?!... Pretíssimo. Por fora, claro. Por dentro sou talvez mais branco do que tu...Sou, pelo menos, mais civilizado.
Eh lá, sensivel, heim? Calma rapaz, calma, não quis insultar, mas as lérias que escreves e o nome do teu blogue deixaram-me curioso. Mais nada.
Quanto a seres mais civilizado do que eu, presunção e água benta ...
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